quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Speed Review: Star Wars: Empire at War



May The force be with you...


Star Wars, uma das trilogias mais famosas do cinema, rendeu vários e vários jogos para para video games e PCs. Dos mais diversos tipos: Shooters, Adventure, Rpg e por ai vái... Mas um dos melhores jogos foi o RTS Star Wars: Empire at War.

Diferente do Star Wars: Galactic Battlegrounds, e sua expanção Clone Campaigns, Empire at War possui apenas duas facções: Aliança Rebelde e Império. Não que isso seja um ponto tão negativo assim, mas depois de um certo tempo, faz falta jogar com um outro tipo de raça. Porém, essas duas facções dispõe de uma boa quantidade de unidades e personagens.



JOGABILIDADE:
Os controles são os mesmos da maioria dos RTS. Porém outros aspectos, deixam o jogo muito mais dinâmico que outros do mesmo estilo.
Em Empire at War, as coisas não são como em qualquer RTS, onde os solados são fabricados de um em um. Você escolhe uma unidade para ser gerada, e ao terminar, você não tem só uma unidade, mas sim um conjunto dela. Ao escolher um Stormtrooper por exemplo, você terá uma tropa deles! Isso só não ocorre com os personagens especiais(Que são algo como os Heroes de outros RTS). Mas também, para que? Ao fabricar um Jedi, você pode Destruir um exército com ele.
Pode destruir até veículos, como tanques, só com a ajuda da força. Além dos Jedis, há outros personagens clássicos como Boba Fett e Han Solo, além de alguns um tanto desconhecidos por muitos.
Também estão presentes no jogo, batalhas espaciais. Estas, são mais rápidas ainda, já que nenhuma unidade precisa ser fabricada. Você começa com um certo numero de naves, e tem que cumprir os objetivos, caso perca algumas naves em combate, pode pedir reforços.
Outro aspecto interessante no jogo é o Galactic Conquest. Você deve conquistar os planetas, como o o próprio nome sugere, estabelecendo bases em planetas, colocando naves e em suas órbitas etc. Isso possibilita você ganhar uma espécie de "dinheiro Star Wariano", para construção de suas fábricas, suprimentos etc.



SOM:
Podem até existir muitos jogos ruinzinhos baseados na saga Star Wars. Mas Poucos pecam no quesito som. Sons de AT-ATs andando, sabres de Luz, blasters, e até mesmo a asmática respiração de Darth Vader. Tudo como nos filmes, o que é ótimo! A Trilha sonora de John Williams, dispensa qualquer comentário! Como de costume, ela é excelente!



GRÁFICOS:
O jogo possui bons gráficos, mesmo comparado com RTS next-gen, eles não chegam a ser ruins. Tem shaders de boa qualidade quando setados no High. Efeitos de particulas bem bacanas. Os cenários são bonitos e com boas texturas, assim como os modelos. As sombras, quando no High, deixam o jogo bem mais bonito. Mas não espere o mesmo resultado jogando no mínimo ou médio, pois verá somente um círculo de sombra em baixo dos personagens, e nada de sombra em suas construções.O problema é dar Zoom na camera. Como em todo jogo de estratégia, as coisas vão ficar meio feias, literalmente. Percebem-se personagens meio toscos e quadrados, e texturas meio embaçadas. Mas droga! Quem vai jogar um RTS de perto? Então acho que de certo modo, dane-se! Não? :D



FINISH HIM:
É um dos melhores jogos de estratégia que você pode jogar, principalmente se é fã de Star Wars. O jogo possui batalhas dinâmicas, sem aquela demora chata, pra construir soldados um por um. Tudo isso, aliado a trilha sonora costumeira de Star Wars, que faz com que você sinta com fidelidade o clima do filme. Só deveriam ter mais facções para escolher, mas não tira a diversão do jogo.


By Filipe Maia

domingo, 21 de outubro de 2007

Cheats: Medal of Honor Allied Assault


O jogo pode ser meio antigo, mas é um dos jogos sobre a segunda Guerra mais jogados!
E a pedidos, aí vão alguns Cheats. Só não valhe usar na hora do multiplayer, se não perde a graça!
Os cheats devem funcionar também nas expanções do Allied Assault.

  • Clique com o botão direito do mouse em cima do atalho do jogo, selecione Propriedades e no Destino muda para: "C:\Arquivos de programas\EA Games\MOHAA\MOHAA.exe" +set developer 1 +set thereisnomonkey 1 +set cheats 1 +set ui_console 1
  • Durante o jogo pressione o ~ (til) para fazer o console do jogo aparecer, e digite um dos códigos abaixo e pressione Enter:
    1. coord - Mostra as suas coordenadas no mapa.
    2. dog - Invencibilidade.
    3. fullheal - Energia completa.
    4. kill - Suicídio.
    5. listinventory - Lista o inventório.
    6. maplist - Lista os mapas do jogo, clique em cima do nome para jogar naquele mapa.
    7. noclip - Atravessa paredes.
    8. notarget - Retira a mira.
    9. restart - Reinicia a fase.
    10. set sv_gravity # - Muda a gravidade. Onde o # é um número.
    11. set sv_maxvelocity # - Muda a velocidade das granadas e foguetes. Onde o # é um número.
    12. set sv_runspeed # - Muda a velocidade que o soldado corre. Onde o # é um número.
    13. set sv_walkspeed # - Muda a velocidade que o soldado anda. Onde o # é um número.
    14. tele X Y Z - Vai para o local especificado, onde o X, Y e Z são as coordenadas.
    15. toggle cg_3rd_person - Ativa a visão em terceira pessoa.
    16. wuss - Todas as armas.
      

Hints: Buying Games




Tem uma grana pra gastar esse mês?
Então não hesite! A melhor pedida está ai ao lado
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Bom na verdade a melhor pedida de verdade é essa abaixo(a não ser que você esteja com uma boa gripe, escolha a opção acima):



A Orange Box vem com 5 jogos: Half-Life²+Episódio 1 e Episódio 2, Team Fortress 2 e Portal(que tem uma análise aqui no blog). No momento é o que se tem de melhor para comprar, já que não é todo mundo que tem uma boa grana para comprar todos os jogos que saem. A Orange Box está custando R$99,90, em todas as lojas, em qualquer lugar(as que vendem mais caro são aquelas típicas lojas que gostam de abusar nos preços). Por R$99,90, 5 jogos, que não são jogos quaisquer, são Grandes jogos. Está muito bom não?
Half-Life² dispensa comentários. Jogão de 2004, mas que tem uma ótima história, física inovadora(gravity gun que o diga), e ótimos gráficos, principalmente no quesito animação facial. Suas expanções, Espisódio 1 e 2, estão no mesmo nível e vieram para ajudar os jogadores a entender mais(ou não) o enredo de Half-Life.
Team Fortress 2, um jogão bem divertido em multiplayer. O jogador tem várias classes a disposição, como Demolidores e espiões por exemplo. Cada uma com suas características singulares. Os gamers devem cumprir objetivos e derrotar o time adversário. Destaque para os seus gráficos bacanas em Cel-Shading.
Por último, Portal. Jogo inovador e inteligente, um Puzzle em primeira pessoa. Você está testando em um laboratório, uma arma que dispara portais. E deve resolver os enigmas usando ela. Além do mais tem uma Grande história. Quem zerar vai se surpreender com algumas coisas... (Caso queira saber mais sobre o jogo, leia análise aqui mesmo no Digital Storm)

Resumindo, vale a pena. Preço justo para os jogos que a Orange Box acompanha. Enquanto poderia gastar a mesada com um único jogo, gaste o mesmo, e tenha 5 grandes jogos! A única desvantagem, é que muito provavelmente, a Valve lançará outra Box dessa, quando o Episode 3(ou quem sabe Portal 2 também!)for lançado, então pra quem comprar essa, não será mais vantagem no futuro, já que a futura box deverá ter o mesmo preço, e virá com mais jogos. Mas quem vive de futuro é vidente não é, então quem liga!
Agora se tem mais grana a disposição, o problema é seu( que problemão hein? :D) então pode até comprar 10 Orange Boxes e ainda sobra troco!

Portal



The impossible... is easy!

Hoje é difícil sairem jogos realmente inovadores. A maioria tem uma coisinha nova aqui ou ali, mas que não são nada de tão especial. Portal não segue esse caminho.
Suas novidades começam por ser um FPP,ou um Puzzle em primeira pessoa. Você já viu isso em algum lugar? Depois vem a Portal Gun. Uma arma que abre portais. Você atira um pra entrar e outro pra sair. Simples assim, mas muito bem implementados nos puzzles. Por fim, a maneira que o jogo mexe com o jogador, brincando com o raciocínio e o psicológico.



JOGABILIDADE:
Os controles são o padrão dos jogos em primeira pessoa. O quarteto WASD, botão de espaço para pular, Mouse para controlar a visão, etc. O botão esquerdo do mouse atira o portal azul, o direito, portal laranja. Na verdade as cores só servem para diferenciar os portais e ajudar na visualização, pois tanto o azul quanto o laranja, podem ser usados para entrar ou sair. A maneira como se usam os portais para atingir os objetivos de cada camara de Testes também é muito boa. Em certas partes se faz uso de noções de física para conseguir alcançar o objetivo. Como por exemplo estar em um local alto, e pular de lá em direção a um portal, fará você sair pelo outro portal com um impulso maior, graças a altura do salto.O mesmo vale para objetos arremessados nos portais. Mas não se preocupe, pois essas características mais específicas sobre o uso da Portal Gun, são explicadas por um computador que se comunica com você no decorrer do jogo. Inclusive, esse computador deve ser incluido na parte da jogabilidade, pois os diálogos que ele tem com o jogador, podem influencia-lo até psicologicamente. E ai vai caber a você saber o que fazer no jogo, em horas que o computador diz coisas pra você como:"Desista!Esse teste é impossível!". Isso foi um aspecto muito legal do jogo também!



GRÁFICOS:
Os gráficos são nada mais, nada menos, que a Ótima e velha engine Source da Valve.Esta que pode ser de anos atrás, e apesar de ser graficamente inferior ao que se tem hoje em dia, como Unreal Engine 3, ou mesmo a Cryengine, A Source não faz feio. Em Portal inclusive, ela foi melhorada(mais uma vez)Foi adicionado um Blur de movimento no jogo, que pode ser percebido especialmente quando há locomoção muito rápida pelos portais, ou quando se vira o mouse com mais rapidez. As texturas também estão parcialmente melhores. Talvez pelo jogo se passar sempre no mesmo abiente branco e limpo do laboratório. Porém, outras texturas menos importantes(como as que ficam em baixo d'água principalmte)são porcas até o talo! Parecem até texturas do Half-Life original.
No geral, o jogo possui gráficos muito bem acabados.



HISTÓRIA:
Jogo de Puzzle com história? Tem sim senhor! Pelo menos Portal tem, e muito boa por sinal, assim como a de Half-Life. Você é uma mulher(sim é uma mulher!) que acorda em um comodo de um laboratório, e uma voz computadorizada diz que você participará de vários testes com um equipamento especial que a Aperture Science(Nome do Laboratório)desenvolveu. Esse computador ou computadora, já que possui uma voz feminina, vai auxiliando(ou não)você no começo do jogo. Depois ele somente conversa com você, e as vezes até faz umas piadinhas. Mas quando se está perto do final, muitas reviravoltas ocorrem no jogo, o que faz a simples história de "você é alguém que está testando um equipamento em laboratório" se tornar muito mais complexa, e talvez inclusive tenha a ver com Half Life(quem jogar até o fim e prestar atenção em outros detalhes do jogo vai saber por que).



SOM:
Em determinadas partes tocam músicas High-Tech pra combinar bem com o estilo do jogo. São músicas bem legais até. O destaque fica para a música de encerramento do jogo! Engraçada de mais! Já os efeitos sonoros não são nada de diferente dos efeitos do Half-Life 2. É o mesmo esquema de sempre, onde até o som do botão "usar" é chupinhado do Half-Life.



FINISH HIM:
É um jogo excepcional! É ótimo de se jogar. Os puzzles tem um nível não tão fácil, mas também não são difíceis. O psicológico do jogador também é influenciado pelo computador que conversa com você durante o jogo. Cada vez que se joga, dá vontade de jogar mais ainda! Aliás esse é um dos problemas! Já que quando o jogo acaba, só sobram uns bonus extras pra se jogar, aí depois já era! :(
Mas é muito provável que a valve dê continuações, pois nas opções dos mapas bonus, tem um botão para adicionar novos mapas. Então deve ter coisa vindo por ai. Sem contar que a história, típica da Valve, termina sem terminar, deixa muitas lacunas assim como no Half-Life.
No mais, esse jogo é muito criativo, e é quase imperdível.

By Filipe Maia